
Privatização, Estatais, Comunismo, Marketing e Natureza Humana
10 10UTC maio 10UTC 2011Privatização, Estatais, Comunismo, Marketing e Natureza Humana
Entenda por que a privatização de todas as empresas é o único
caminho para o crescimento econômico dos países e por extensão, da humanidade
O que faz a privatização das empresas ser o único caminho para o progresso econômico de um país, a ineficácia das estatais, a falência do comunismo e a necessidade do exercício da ciência do marketing , é uma das mais poderosas forças da natureza: a natureza humana
Lindberg Revoredo
Consultor de marketing e publicitário
Articulista de HSM Management
Colunista Administradores.com.br
lindbergrevoredo@fastmail.jp
Introdutor dos conceitos da Escala de Valor Desejado do Consumidor para Todos os Produtos em Determinada Circunstância(porque o valor varia de pessoa para pessoa e de acordo com as circunstâncias) - Entanda o conceito o artigo “Ogrande equívoco da inovação” em Administradores.com.br e HSM.com.br. e do Conceito de Versões do Produto – Entenda o coneito lendo o artigo “A Kodak e o conceito de ‘versões’ do produto” em Administradores.com.br e neste blog.
Neste artigo Lindberg Revoredo explica didaticamente porque a privatização de todas as empresas de um país é uma necessidade imperativa, é a condição sine qua non, o único caminho para o crescimento econômico, para o enriquecimento de todo e qualquer país na face da terra.
O marketing, a verdadeira ciência da comercialização, é a ferramenta que a privatização que quer dizer em um sentido restrito, o mesmo que desestatização, ou a venda de empresas estatais para o setor privado, e em um sentido lato, o regime de livre empresas privadas, usa para enriquecerem a si mesmas a cada dia, cada vez mais, premidas pela necessidade de vencer a competição com outras empresas de seu mercado.
A contínua atividade deste mecanismo de enriquecimento individual, privado, “egoístico”, produz a cada dia, de forma não intencional através de uma mágica maravilhosa, um grandioso bem coletivo que é o contínuo enriquecimento e elevação da qualidade de vida de toda a humanidade, e o motor principal deste mecanismo é uma das mais poderosas forças da natureza: a natureza humana
Atenção: Hackers estão invadindo nosso blog, suprimindo ou trocando letras, acentos, mudando palavras, truncando o sentido. Se notar coisa parecida, ajude-me enviando para nosso email lindbergrevoredo@fastmail.jp ou no formulário de comentários, a posição no texto, as palavras e letras nas quais você perceba a manipulação. Obbrigado.
Tópicos do Artigo:
- A privatização das empresas é a condição sine qua non para o progresso dos países, o progresso da hummanidade quando elas trabalham para enriquecer a si mesmas
- O grande exemplo que nos mostra a necessidade imperativa da privatização para o prosperidade econômica de umm país, é a fracassada experiência de setenta anos do comunismo
- Na única área onde havia competição, a União Sovietica criou produtos que são verdadeiras maravilhas tecnológicas
- A verdadeira ciência do marketing eleva a qualidade de vida da humanidade, quando as empresas, premidas pela competição de mercado, por sua necessidade de sobrevivência e desejo de enriquecimento de seus administradores, são obrigadas a criar produtos e serviços que atendem aos desejos mais caros das pessoas, por que elas só compram o que desejam
- A Bíblia diz que o homem somente se anima a trabalhar porque o estômago o obriga
- A privatização, a liberdade econômica faz surgir a competição entre empresas. Na ânsia de permanecer no mercado, cada uma tenta agradar a mais compradores satisfazendo melhor que seus concorrentes, a cada dia, suas desejos mais caros
- A privatização, que é a materialização do “egoísmo” de que falava Adam Smith, é quem cria a competição, que por sua vez obriga as empresas a trabalhar pela promoção das pessoas, criando produtos que melhoram sua vida. A criação da riqueza dos países, funciona assim
A causa basilar que inviabiliza a existência das empresas – estatais é a mesma que inviabilizou a existência do comunismo desde a publicação dos textos de Marx: a natureza humana
As pessoas trabalham, se esforçam pelas suas coisas. Ninguém quer cuidar do que é dos outros. Ninguém se interessa para cuidar do que é dos outros. Ninguém cuida bem do é os outros. As pessoas somente zelam pelo que é seu
- A privatização das empresas em um país é a medida preventiva mais eficaz de que o dinheiro púlico não será dilapidado, quando exclui totalmente a oportunidade de que isso aconteça
- A privatização se torna a medida preventiva mais ideal no momento em que ela retira a oportunidade de aventureiros rouarem o dinheiro do povo, rouarem o patrimônio de um país
- O comunismo ruiu porque trombou com uma das forças da natureza: a natureza humana
- A incapacidade de Krhuschev em perceber o óbvio de sua afirmação, prova que a ideologia é emburrecedora
- Os seres humanos se empenham, se esforçam com entusiasmo por alguma coisa somente motivados por necessidades prementes
- David Neeleman, da Azul Linhas Aéreas, que já alçou vôos altíssimos em ares de plena liberdade, externa em entrevista, as mesmas angútias de alguém que dotado de largas asas, se vê obrigado a voar em teto baixo
- A segurança absoluta é um privilégio inexistente na terra. A busca da segurança é um dos motores do progresso da humanidade
- O discurso a favor das empresas estatais é lindo nas palavras
- A meritocracia é um princípio de justiça que permeia o universo. Em Sua palavra, o próprio Deus galardoa mais, quem se esforça mais
- Os atrbutos do administrador que promovem o crescimento, somente se manifestarão quando ele estiver na posição de empreendedor privado, ou seja quando ele for o dono dos lucros e também dos prejuízos
- A interdependência entre os países, que gera o comércio internacional, é um imperativo, uma necessidade para o crescimento mundial como um todo e para cada páis individualmente
- A s ideologias atreladas a regimes ditatoriais são dos grandes faatores “emburrecedores” da pessoa humana
- A privatização, o direito ao empreendimento privado, que gera a globalização, que é o nome moderno da lei da interdependência entre os países, contribui decisivamente para a diminuição das gierras. Quando todos estão ganhando, porque brigar?
A privatização das empresas é a condição sine qua non para o progresso dos países, o progresso da hummanidade quando elas trabalham para enriquecer a si mesmas
O único caminho para o progrsso, para o crescimento econômico de um país é a provatização. Mas, porque é imperativo privatizar? Porque a privatização, ou a posse de todas as empresas de um país pelos seus cidadãos individualmente, é a condição sine qua non, para o progresso, para o enriquecimento de um país. E porque a privatização é o único caminho para o enriquecimento de um país? ‘
Exatamente porque as pessoas so se motivam, só se esforçam, só tem entusiasmo, só produzem realmente quando estão traalhando para si mesmas. Isto é da natureza humana. As pessoas cuidam bem do que é seu, do que lhes pertence. É da natureza humana que ninguém se entusiasme para cuidar do que é de outras pessoas, neste estágio espiritual porque passa a humanidade. As pessoas somente se esforçam por alguma coisa quando elas estão motivadas ou realmente obrigadas a isso. Somente assim elas se empenham para fazer da melhor maneira, com zelo e cuidados necessários.
O grande exemplo que nos mostra a necessidade imperativa da privatização para o prosperidade econômica de umm país, é a fracassada experiência de setenta anos do comunismo
O grande exemplo é o comunismo, a experiência comunista da União Sovietica que durou setenta anos. Os sapatos, os objetos domésticos, os automóveis, fabricados internamente nos países da chamada “cortina de ferro”, eram de muito má qualidade, por que as empresas não eram privadas e em consequencia não existia competição entre elas. As pessoas não se motivavam também porque todas ganhavam igualmente quer se esforçassem mais ou não, quer fizessem um melhor trabalho ou não. e é também, próprio da natureza humana a chamada meritocracia, que é o predomínio do mérito: se eu trabalho mais, é justo que ganhe mais, se meu traalho é mais excelente que o do meu vizinho, é justo que eu tenha uma remuneração compatível com meu grau de excelência profissional.
Na única área onde havia competição, a União Sovietica criou produtos que são verdadeiras maravilhas tecnológicas
A única competição que a União Soviética enfrentava era a competição armamentista e tecnológica (a corrida espacial) com os Estados Unidos. Aquela competição política, armamentista e tecnológica. E aí eles fizeram verdadeiras maravilhas da tecnologia, premidos pela necessidade de alcançar um domínio político e de um domínio tecnológico e armamentista. Os produtos todos criados para este fim, eram de altíssima qualidade, porque as pessoas estavam premidas a isso, era um caso de vida ou morte para aquele sistema político. Era uma questão de vida ou morte então se esforçar para ganhar aquela competição.
A verdadeira ciência do marketing eleva a qualidade de vida da humanidade, quando as empresas, premidas pela competição de mercado, por sua necessidade de sobrevivência e desejo de enriquecimento de seus administradores, são obrigadas a criar produtos e serviços que atendem aos desejos mais caros das pessoas, por que elas só compram o que desejam
Veja como a vida melhora através, basicamente, desta ciência, a ciência da comercialização, da ciência do marketing. Todas as pessoas no mundo vivem do comercialização, do comércio, do marketing, em sua tradução para o inglês. As pessoas pagam pelas coisas que elas querem, que as satisfazem, que resolvem os seus problemas. Elas trabalham e com o dinheiro fruto de seu trabalho compram o que necessitam e desejam, este é o sistema. Do lado dos que vendem, as empresas, usando a ciência da comercialização, o marketing, o marketing verdadeiro, a ciência embasada em fatos, a verdadeira ciência, procuram conhecer, saber os desejos do comprador, o que satisfaz o comprador, porque o comprador somente compra o que lhe satisfaz. As empresas competem entre si tentando criar um produto ou serviço que esteja mais próximo da qualidade, do “modelo” desejado pelo comprador, premidas pela necessidade de ganhar dinheiro. O dono, o administrador tem sua empresa visando ganhar dinheiro para si mesmo, visando um progresso pessoal, o que Adam Smith chamou de um “egoísmo benéfico” . “O egoísmo de alguns”, disse Adam Smith, “fará o progresso de todos”.
A Bíblia diz que o homem somente se anima a trabalhar porque o estômago o obriga
As pessoas por necessidade procuram remédios para uma cura tremenda, e do outro lado, em prol de seu próprio progresso, visando lucros posteriores, alguém cria uma empresa e contrata funcionários pagando bons salários e estes por sua vez se qualificaram para a função de fazerem pesquisas destinadas a atender a esta necessidade premente das pessoas, também visando um progresso financeiro e um sucesso pessoal. Todos traalhando “em prol” de si mesmo. Assim é a natureza humana, é assim que a natureza humana funciona, neste nível espiritual atual da humanidade. As pessoas trabalham, vivem, se esforçam quando têm uma motivação pessoal, uma necessidade pessoal imperativa como a manutenção da própria saúde ou dos seus, por uma satisfação pessoal, financeira, pela satisfação de um prazer qualquer que ela deseje. Tudo por um propósito pessoal, que poderíamos chamar de “egoístico”. As pessoas somente se esforçam, só evoluem, só se desenvolvem nestas condições. Portanto, a privatização das empresas de um país, a concessão do direito de propriedade a cada cidadão de um país, é uma necessidade, é o único caminho para o progresso econômico da humanidade.
O marketing, a ciência de satisfazer desejos e necessidade das pessoas, e por este meio trabalha para o progresso delas, e a privatização e a consequente competição entre as empresas que ela produz, são o motor, a causa da existência e do exercício da ciência do marketing. O marketing é a ciência que as pessoas usam, quando motivadas quando detentoras da posse uma empresa, para criar os produtos e serviços, os instrumentos que satisfazem seus clientes, seus compradores, os objetos que lhes satisfazem, que atendem seus desejos mais caros e por esta satisfação eles pagarão. Pelos remédios encontrados, como já vimos, pelos veículos de transporte que melhor atendem aos seus desejos e necesswidades, por todos os produtos que lhes satisfarão em um grau que mais se aproxime de seu maior valor desejado, descrito em sua escala pessoal de itens de valor desejado de todos os produtos, que ele tem dentro de si mesmo desde seu nascimento(conheça o conceito lendo o artigo “O grande equívoco da inovação”, em HSM.com.br e Ad,inistradores.com.br.
Assim, repetindo, a ciência do marketing, trabalha pelo progresso das pessoas, pelo progresso da humanidade. É a ciência que possiilita este progresso, encontrando as soluções desejadas que tornarão as pessoas mais felizes na terra, através do mandamento básico do marketing que é prospectar, manitorar diuturnamente a escala*de valor desejado do consumidor para todos os produtos, em determinada circunstância, que eu afirmo que cada pessoa tem dentro de si mesm o desde que nasce. Eu afirmo que cada pessoa tem dentro de si uma escala de valor desejado para cada produto que ela deseja comprar. Por que as pessoas só pagam pelo que elas desejam, pelo que elas querem pagar, pelo que elas querem comprar. Pelo que as satisfazem.
A privatização, a liberdade econômica faz surgir a competição entre empresas. Na ânsia de permanecer no mercado, cada uma tenta agradar a mais compradores satisfazendo melhor que seus concorrentes, a cada dia, suas desejos mais caros
a privatização das empresas é uma necessidade em qualquer país, para que o país progrida. O país progride quando as empresas são privadas, particulares. E a ciência do marketing é o meio de as empresas alcançarem o valor que as pessoas desejam, o que as pessoas querem comprar. A liberdade econômica e o desejo das pessoas por um progresso financeiro, propiciam o surgimento de várias empresas do mesmo ramo, empresas que vendem o mesmo produto, como é natural. E com isso, premidos pela competição com outras empresas do mesmo ramo de negócio, na ânsia de conquistar mais compradores, a fim de aumentar o volume de vendas, para vender mais e tornar sua enpresa cada vez mais forte, os administradores privados são obrigados a competir entre si, ou seja, a tomar os comprador do concorrente e neste esforço de satisfazer o comprador mais que o concorrente para aumentar o faturamento da empresa, são forçados a procurar novas maneiras de criar novas versões do produto cada vez mais aproximadas do modelo do produto desejado pelo comprador, a descobrir novas tecnologias, e estas novas versões do produto à medida que vão se materializando, tornam cada vez mais confortável a vida das pessoas.
A privatização, que é a materialização do “egoísmo” de que falava Adam Smith, é quem cria a competição, que por sua vez obriga as empresas a trabalhar pela promoção das pessoas, criando produtos que melhoram sua vida. A criação da riqueza dos países, funciona assim
7Tudo isso provocado pelo “egoísmo benéfico” de alguns. como falou Adam Smith. Este “egoísmo” ao final gera a riqueza e o conforto e bem-estar de todos. O “egoísmo de alguns” (a privatização, o direito de cada um criar riqueza para si mesmo), faz com que as pessoas se esforcem para aumentar seu patrimônio pessoal, fazendo sua empresa vender mais e mais. Muitos vendem o mesmo produto ou produtos, estão no mesmo mercado, no mesmo ramo de negócio, e vendem para os mesmos clientes. Como o número de empresas de determinado mercado cresce mais rapidamente que o de compradores, as empresas se vêem obrigadas, para aumentar suas vendas, seu faturamento, a “tomar” clientes de outras empresas de seu mercado, fazendo surgir uma natural competição. Para ganhar esta competição, com o objetivo de ficar com a maior número de compradores deste mercado, eles tem de conhecer, de estudar a verdadeira ciência do marketing, para poder satisfazer ao maior número de itens de valor desejado da escala de valor desejado do consumidor para seus produtos. Conheça o conceito da escala de v alor desejado do consumidor para todos os produtos lendo o artigo “O grande equívoco da inovação” no Portal HSM.com.br, em Administradores.com.br, ou em nosso blog www.dicasdemarketing.com.br.
A causa basilar que inviabiliza a existência das empresas estatais é a mesma que inviabilizou a existência do comunismo desde a publicação dos textos de Marx: a natureza humana
8A China é o grande exemplo perfeito e atual desta grande verdade anunciada por Adam Smith: “O egoísmo de alguns criará o progresso de todos”, que em outras palavras quer dizer: se deixarem que as pessoas tenham liberdade econômica, que as pesssoas possuam as empresas, que elas tenham o direito ao livre empreendimento comercial, que elas trabalhem para elas mesmas, aufiram o lucro de seu trabalho para elas próprias, o “progresso de todos” acontecerá. A China é o grande exemplo. A partir do momento em que se permitiu que as pessoas enriquecessem, fossem donas do lucro de seu próprio trabalho, a China hoje se torna ou já se tornou a segunda maior economia do mundo. Porque as pessoas estão motivadas buscando um valor que vai pertencer a cada um individualmente. As pessoas trabalham pelo que é seu, pelo particular, isso é da natureza humana, isso não poderá ser mudado com baionetas ou com conselhos, não. Isso é da natureza humana.
As pessoas trabalham, se esforçam pelas suas coisas. Ninguém quer cuidar do que é dos outros. Ninguém se interessa para cuidar do que é dos outros. Ninguém cuida bem do é os outros. As pessoas somente zelam pelo que é seu
Nos países com este nível espiritual do qual falamos(a grande maioria), as empresas estatais são verdadeiros escoadouros do dinheiro público, verdadeiros ralos do dinheiro público, por causa da corrupção. As empresas públicas são ditas, são anunciadas pelos governos, como pertencentes a todo o povo. Ora, nós sabemos que quando alguma coisa pertence a muita gente, finda não sendo de ninguém. Outra coisa, os proprietários daquele bem, são tantos que finda sem ninguém tomar conta daquele negócio. E aí chegam os aproveitadores. Existe um ditado popular que diz que a ocasião faz o ladrão, ou poderá fazer o ladrão. Neste nível espiritual porque passa a humanidade, o dinheiro que se encontra nas empresas públicas, nas empresas estatais, em grande quantidade, é um verdadeiro atrativo para as pessoas que não têm uma firmeza moral.
Sem falar no descuido, no pouco zelo que as pessoas tem com o que não é delas. Está provado, e isto é da natureza humana, que ninguém toma conta bem do que é dos outros. As pessoas só tomam conta bem do que é delas mesmas. Este é mais um motivo pelo qual as empresas estatais são muito pouco lucrativas. Estas empresas também são usadas como cabide de empregos, onde um político poderá empregar muitas pessoas que são seus cabos eleitorais ou afins. Por estes motivos o estado tem de ser completamente enxuto, os estado não pode ser dono das empresas comerciais de um país. Quando isso acontece, as empresas se tornam, pelos motivos citados, completamente inviáveis economicamente. O estado é notoriamente um péssimo administrador exatamente por causa da natureza humana dos seres humanos delegados para seus gerentes.
10 Sempre comparo uma empresa pública a um pneu com água de chuva armazenada em seu interior. Há um alto percentual de chances de haver um foco de mosquito da dengue em seu interior. Como no pneu com foco de dengue, as empresas públicas também tem um grande percentual de chances de lá haver um foco de corrupção. A razão, repetimos, é que é da natureza humana não cuidar com zelo do que não é seu. Na empresa privada, por mais inclinação para ladrão que tenha seu proprietário, posso garantir que ele jamais irá roubar de si mesmo. E porque razão roubar de uma empresa pública é tão fácil como tomar doce de uma criança? Porque os proprietários daquele dinheiro, que são todo o povo de um país, não se encontram presentes. Cada um , dependendo do tamanho da população, tem uma pequeníssima fração daquele dinheiro, não é dado efetivamente o poder de voto sobre o gerenciamento deste dinheiro na empresa. A empresa é de “todo mundo e finda valendo o adágio que diz que o que é de todo mundo finda não sendo de ninguém.
Porém, quando os valores pertencem a uma empresa privada, são de um particular e alguém tenta lhe tomar o dinheiro, o proprietário reage de maneira violenta. Ele contrata advogados, chama a polícia e aquela pessoa que tenta roubar o patrimônio é punida severamente. Esta reação não acontece quando alguém rouba uma empresa pública, porque ninguém se sente realmente dono daquele patrimônio, porque ele é fracionado, ele é dividido por todo o povo de um país, e sendo assim ele acaba sem dono. Então chega alguém, a ocasião faz o ladrão, vê aquele dinheiro todo, não vê o dono presente e portanto não tem de prestar satisfação a ninguém daquele ato, ninguém toma conta, ninguém reclama aquele dinheiro, ele diz para si mesmo: achado não é roubado e aí leva o dinheiro para casa. A corrupção ocorre assim.
11Então, dado este cenário que descrevi, que é real, que é verdadeiro, a privatização das empresas funciona como uma salvaguarda da probidade, não dando oportunidade a que aquelas coisas aconteçam. É como uma empresa na qual o patrão, tendo, por exemplo, mil funcionários, jamais saber da probidade de ninguém, ele não poderá checar a probidade de ninguém, se todas as pessoas são realmente honestas, se ele poderá confiar em todas as pessoas. Ele estabelece então, controles. Chefes de seção, ele responsabiliza várias pessoas em uma só operação, quer dizer, ele tenta criar controles, mecanismos, salvaguardas para que o dinheiro dele seja preservado, para que o patrimônio da empresa corra o mínimo dos riscos de ser roubado.
A privatização das empresas em um país é a medida preventiva mais eficaz de que o dinheiro púlico não será dilapidado, quando exclui totalmente a oportunidade de que isso aconteça
A privatização das empresas de um país, então, funciona como uma salvaguarda excelente, se constitui a medida preventiva mais ideal de que o dinheiro público não será dilapidado, não será desfalcado, porque ela retira, anula a oportunidade de que bandidos levem para si, roubem o dinheiro público, o patrimôno de um país, o dinheiro do povo, quando ela responsabiliza o próprio dono da empresa. Todo o risco está sobre ele, ele tem de cuidar do que é dele. E, voltando ao adágio de Adam Smith, se cumpre esta verdade insofismável, esta afirmação que é ciência pura, de que “o egoíamo de alguns, criará a riqueza de todos”. Vamos relembrar aqui, o exemplo da China: o egoíamo de uns, criará a riqueza de todos. Quando na China, se foi permitido cada um ter o seu patrimônio, cada um trabalhar para si mesmo, o país se tornou e já é a segunda maior economia do mundo.
A privatização se torna a medida preventiva mais ideal no momento em que ela retira a oportunidade de aventureiros rouarem o dinheiro do povo, rouarem o patrimônio de um país
12 A privatização é a condição sine qua non para o progresso de um pais também porque as pessoas exigem a meritocracia. As pessoas querem ganhar pelo que elas fazem. Se trabalham mais, querem ganhar mais. Então, o direito de ter sua própria empresa, faz com que elas se esforcem pelo que é seu, e as pessoas somente se esforçam pelo que é delas, como já dissemos. Não há como um país que pretenda ser rico dispensar a privatização, dar liberdade econômica a todas as pessoas, a liberdade de serem donas do seu próprio negócio e serem o exclusivos donos de seus lucros.
O comunismo ruiu porque trombou com uma das forças da natureza: a natureza humana
Não existe condição de riqueza de um país se não for através das empresas privadas, pela privatização. Temos um exemplo recente, estou repetindo, que é a China. Esta minha afirmação é comprovada em fatos, é ciência pura. O que ocorre na China é a comprovação baseada em fatos, desta afirmação que faço. Porque a natureza humana ninguém muda, a natureza humana funciona da maneira que descrevemos acima. O comunismo tentou à força de baionetas, mudar a natureza humana e deu no que deu. O comunismo ruiu porque trombou com uma das forças da natureza que é a natureza humana. A privatização ou regime de empresas privadas, explica também o que aconteceu com o comunismo. Uma rejeição completa da parte da natureza humana, daquele sistema de empresas públicas de fazendas coletivas, porque a natureza humana não quer cuidar do que é dos outros, as pessoas só querem cuidar do que é delas mesmas. E em segundo lugar, a falta de meritocracia. As pessoas que trabalhassem mais ou trabalhassem menos, ganhavam a mesma coisa. Ninguém se esforça nestas condições. As pessoas querem ganhar mais, quando trabalhar mais..
A incapacidade de Krhuschev em perceber o óbvio de sua afirmação, prova que a ideologia é emburrecedora
13 Em uma das biografias de Kruchev, ele diz: Eles (referindo-se aos russos) não se interessam, eles não se esforçam pelas fazendas coletivas. Eles somente se interessam por aquele pedacinho de terra que a gente dá para cada um. Ali, na boca do presidente da Rússia comunista, saindo de sua própria boca, estava a morte do comunismo, o que iria provocar a morte do comunismo, que era a natureza humana rejeitando aquele sistema de criar riqueza. A natureza humana não suporta aquele sistema sem meritocracia. Nesta afirmação ele constata o desinteresse da população por aquele sistema econômico injusto, mas como a ideologia tem algo de emburrecedor, porque nega os fatos reais, nega a ciência, bemele não soube perceber que a ruína daquele sistema est ava próxima(aconteceu 20 anos depois).
Sem falar na riqueza gerada pelo empreendedor privado, que vai cuidar do que é seu, que vai lutar para que a empresa fature cada vez mais, dos empregos que vão ser gerados, não por apadrinhamento, mas regidos por leis trabalhistas. Uma empresa sem os vícios dos apadrnhamentos políticos. O empreendedor privado visa lucros, ele não é subsidiado por ninguém, ele quer produtividade que gera lucros. Portanto, ele é obrigado a procurar os melhores técnicos, as pessoas mais capacitadas. O critério de seleção de pessoal não vai ser por apadrinhamento, não vai ser por amizade, não vai ser por tais critérios nocivos que as empresas que tem caráter político praticam. O empreendedor privado vai lutar pela sua empresa, pelos seus negócios, pelo avanço de sua empresa, porque a necessidade o obriga, porque ele corre o risco de perder o que foi conseguido com esforço e trabalho. .
Os seres humanos se empenham, se esforçam com entusiasmo por alguma coisa somente motivados por necessidades prementes
14Os seres humanos, as pessoas fazem as coisas, somente motivados por necessidades prementes. Isto é da natureza humana. O empreendedor privado irá contratar pessoas por critérios exclusivamente, estritamente técnicos, por critérios da eficiência, da eficácia, da produtividade, ele vai contratar pessoas que lhe dêem lucro, por sua necessidade de manter a empresa em pé, lucrativa, por sua necessidade de fazer com que a sua empresa lucre cada vez mais
A principal vantagem da privatização é a eliminação do pouco zelo que as pessoas tem com o que não é delas. O desinteresse que existe porque não existe meritocracia. As pessoa está trabalhando para uma empresa que não é dela, naturalmente não vai se interessar o suficiente. A não ser que já estivesse em um grau espiritual elevadíssimo que não existe hoje no mundo na grande maioria dos países.
David Neeleman, da Azul Linhas Aéreas, que já alçou vôos altíssimos em ares de plena liberdade, externa em entrevista, as mesmas angútias de alguém que dotado de largas asas, se vê obrigado a voar em teto baixo
O Davud Neeleman, este emoresário brasileiro, filho de pais americanos, cuja competência é reconhecida mundialmente, nascido no Brasil para sorte nossa (pois os empresários brasileiros poderão aprender muito com ele), CEO da Azul Linhas Aéreas, a terceira empresa de sucesso, vitoriosa, criada por ele, em entrevista a uma revista expecializada em aviação, faz comentários sobre a Infraero que como disse José Serra, é um “loteamento político” , sobre a necessidade de esta estatal ter pelo menos sua administração privatizada para que as decisões sejam mais rápidas. E porque na atual administração as decisões da Infraerom não existe rapidez? Porque os critérios na escolha dos dirigentes nas empresas estatais não são os da competência. Os critérios são políticos, são o de pessoas apadrinhadas. Mesmo que o apadrinhado tenha competência reconhecida na matéria, de qualquer maneira ele não será escolhido por sua reconhecida competência, mas pela “confiança” que quem o indicou deposita em sua pessoa e nem tanto em suas habilidades profissionais. Por conseguinte como uma empresa deste porte e importância, uma empressa infraestrutural como são as empresas aeroportuárias, pilares do desenvolvimento econômico de qualquer país, pode cumprir com eficácia a sua missão, se não existe a motivação, o empenho natural necessário nos dirigentes para que isto aconteça? E porque não existe este empenho natural? Por que a natureza humana só se preocupa com o que é dela, com o que lhe pertence. Isto é uma característica de todos os homens, não da conduta pessoal, individual, particular de dirigente apadrinhado A ou dirigente apadrinhado B.
Isso é da natureza de toda a hunidade. Então é necessário que haja na Infraero, par que a Infraero prossiga, seja uma empresa completa, seja uma empresa dinâmica, uma empresa que produza, que avance na missão de importância crucial para a qual foi destinadam, ela precisa, como disse o Neeleman, de ter pelo menos uma gestão, uma direção, uma gerência privatizada. Que a empresa continue sendo brasileira, pertencente ao povo brasileiro, diz ele, mas que a direção seja privatizada para que as decisões sejam mais ágeis. E porque privatizando as decisões serão mais rápidas? Porque a empresa privada concessionária dependerá da agilidade nas decisões para sua sobrevovência e progresso, para sua lucratividade. Por que seu fatueamento aumentará, com a rapidez das decisões. Os sócios da empresa concessionária lucraráo com a rapidez nas decisões. As empresas aéreas usuárias do terminal transportarão mais passageiros, atenderão com mais eficiência a demanda por novos destinos e a muito mais itens de elevado valor desejado dos usuários do transporte aéreo. Todas as pessoas no mundo e em consequência toda a economia mundial se move em torno da lucratividade que é o prêmio, a remuneração do empreendimento privado. A lucratividade é o que faz as empresas e as nações crescerem.
Ainda mais em se tratando da aviação comercial, um empreendimento dinâmico pela própria natureza. A rapidez nas decisões é do próprio processo operacional deste negócio. Uma gestão privatixada então, uma gestão em que o administrador esteja consciente que qualquer decisçao dele influi em sua lucratividade ou em seu prejuízo, e isso o torna esperto, presente, vivo para aquela coisa, interessado naquela coisa, é a única solução para este problema. A reinvidicação, o pleito do Neeleman, não é uma opinião pessoal de simples observador, mas de quem vive, sente na pele o problema de quem jás experimentou em outros céus a plena liberdade. E sente literalmente a mesma angústia que sente alguém que mesmo possuindo asas, está impedido em sua necessidade visceral de voar.
Repito que não me refiro a comportamento particular de apadrinhado A ou apadrinhado B. Estou me referindo à natureza humana . A configuração natural da empresa pública está sujeita a desvios pelas razões acima alegadas, de como a natureza humana funciona, de como o ser humano pode exercer um trabalho eficaz ou não. A natureza humana, a pessoa humana exige meritocracia, fazendo mais ele quer ganhar mais e por isso ele quer participação nos resultados que ele construirá, caso contrário sua produtividade cai a zero. Isto é da natureza humana, ela não funciona de outro jeito. Há muitos anos atrás ouvi por acaso uma frase que um diretor de uma estatal estadual dizia a um íntimo colaborador seu, que comprova de maneira definitiva toda esta teoria: “Estou aqui passando uma chuva”.
A segurança absoluta é um privilégio inexistente na terra. A busca da segurança é um dos motores do progresso da humanidade
16 Nas enpresas estatais, como não existe a figura do dono, as pessoas não tem medo de serem despedidas. Então elas são mais morosas, como é da natureza humana. Não existe alguém exigindo a contrapartida do salário que elas estão recebendo. Sabemos que em qualquer empresa existe um acordo entre trabalho e salário que tem de ser cumprido. Da mesma forma que o trabalhador cobra seu salário no dia que ficou aprazado, o contratador cobra a execução da tarefa combinada em tempo hábil. Nas empresas estatais existem também os concursos e há uma “estabilidade”. Por menos que queiramos, existe a chamada estabilidade, que faz com que o empregado não tema ser despedido desempenhando bem suas funções na empresa ou não. E o temor ser despedido é uma dos motores do desenvolvimento, do progresso de um país, pelo quaal o funcionário procura ser mais ágil, ser mais competente exatamente pelo medo da despensa, o que não existe nas empresas estatais. Infelizmente o ser humano só se esforça, só progride (inclusive espiritualmente), sob pressão.
Nas empresas estatais naturalmmente os empregados são mais morosos porque isso é da natureza humana. Quando as pessoas não são obrigadas a fazer alguma coisa, ou por temor de perder algo se não o fizer, ou por incentivo pela expectativa de algum lucro, a tendência do ser humano é ser mais lento, é ser menos preciso, é andar mais devagar, menos interessado. Tudo se move na face da terra, pela atitude, pelo querer das pessoas, pelo entusiasmo das pessoas. O empresa estatal é muito boa para os poucos indivíduos que nela estão, bem remunerados, mas muito ruim para o restante da população de um país. Isto é da natureza humana, as pessoas smente se movem motivadas por temor ou por incentivo.
O discurso a favor das empresas estatais é lindo nas palavras
17 O discurso a favor das empresas estatais e contra a privatização é lindo nas palavras. Há uma intenção boníssima no discurso contra a privatização e a favor das empresas estatais. O discurso diz que as empresas estatais são propriedade do país, pertencem ao povo de um país. De direito, pode ser que as empresas pertençam a todo o povo, mas já vimos que, de fato, isso não ocorre. Provamos acima com argumentos conrundemtes, que elas são completamente inviáveis economicamente. Há um discurso muito bonito mas que não funciona na prática. E há um ditado que diz que de boa intenção o inferno está cheio. E as empresas prvadas também não são do país? Seus proprietários não são também cidadãos do país?
A meritocracia é um princípio de justiça que permeia o universo. Em Sua palavra, o próprio Deus galardoa mais, quem se esforça mais
18O comunismo, onde todas as empresas eram estatais, ruiu por causa da natureza humana. Ruiu porque trombou com uma das forças da natureza que é a natureza humana. A natureza humana exige meritocracia, se trabalham mais, as pessoas querem ganhar mais. Se fazem seu traalho com mais perfeição, querem ser remunerados de acordo com o grau de excelência de seu trabalho. Este princípio elementar de justiça permeia todo o universo. O próprio Deus em Sua palavra,na Bíblia, galardoa mais, premia mais, abençoa mais quem se esforça mais. Outro fator decisivo para a queda do comunismo, é o fato de que as pessoas não cuidam bem do que não é delas, ninguém cuida bem do que é dos outros, as pessoas só cuidam bem do que é delas, só se interessam pelo que é delas. Então, quando alguém toma conta do que é de outra pessoa, aquele negócio naturalmente não vai prosperar tanto quanto se fosse dela própria, isso é da natureza humana, que sempre vai achar que está ganhando menos do que deveria, do que seria justo. Que sempre vai achar injusto, inclusive a nível do inconsciente, se esforçar tanto por uma coisa que não é dela. Ninguém quer se esforçar por um resultado final do qual não tomará parte.
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Não é preciso ser inteligente para deduzir este princípio elementar da ciência do comportamento humano. Basta cada um olhar para dentro de si mesmo, ou observar ao seu redor.
Portanto, o comunismo ruiu basicamente por isso, o comunismo implodiu porque quis mudar a natureza humana pela força, e nada muda a natureza humana. Só quem muda a natureza humana é Deus. As pessoas só fazem o que querem, ninguém tem poder para obrigá-las a nada. As pessoas não tem capacidade sequer de mudar a si mesmas. Se ninguém tem capacidade de mudar a si mesmo, quanto mais mudar os outros.
Os atrbutos do administrador que promovem o crescimento, somente se manifestarão quando ele estiver na posição de empreendedor privado, ou seja quando ele for o dono dos lucros e também dos prejuízos
19 O administrador público indicado politicamente, precisará, para desempenhar este papel com o empenho necessário, ter uma série de atributos que só se manifestarão quando ele estiver na posição de proprietário, de empreendedor privado. Enquanto ele estiver na posição de preposto da empresa política com todas essas segurançãs, entree aspas, que têm todas as pessoas que são delegadass politicamente, os atributos do empenho e da competência necessários para a função não se manifestarão (a não ser em raríssimas exceções, pois sabemos que em toda regra há exceções) por que ele não está vivendo aquela situação de premência, de cuidados, de zelo, característica do empreendedor privado. Aquela situação de responsabilidade sobre a empresa que é dele, onde ele investiu seu capital, e o consequente e humano temor de perdê-lo, com toda a legustação sobre ele, a responsabilidade sobre os empregados, sobre os salários, sobre o sucesso da empresa, sobre a comercialização. Estas situações forçarão o surgimento dos atributos do administrador que operam a gerência excelente, por que as pessoas agem condicionadas por circunstâncias.
Há dias atrás im jornal econômico de São Paulo noticiou: “Privatização pode ser alternativa de Dilma para evitar caos aéreo”. A necessidade de privatização, no caso, da Infraero, se impõe não somente pela necessidade de aporte de capital, do qual o governo não dispóe para suprir a necessidade de novos investimentos. A manchete nos dá a impressão de que o governo trata a privatização como se fosse um “mal necessário”, e não a única solução. A manchete passa a idéia de que para o governo o aporte de capital privado é o único aspesto considerado para a decisão de privatizar. A chegada de capital é um dos fatores sanadores do problema, mas somente ele não solucionará o caos aéreo que estamos vivendo. O problema principal, causador do caos aéreo, não é a falta do capital, mas o caráter estatal da empresa e seu modelo de gerência indicada politicamente. Adicione-se mais capital de origem privada e não se privatize a empresa e o nosso “caos” aéreo continuará.
A interdependência entre os países, que gera o comércio internacional, é um imperativo, uma necessidade para o crescimento mundial como um todo e para cada páis individualmente
Outro aspecto importantíssimo da necessidade da privatização das empresas em um país, para o progresso de um país, para aumento de sua riqueza, é atrair capital de investidores de outros países. O comércio internacional, o comércio entre países, em suas várias formas é um imperativo, uma necessidade para o crescimento econômico mundial como um todo. A interdependência entre os países é uma lei natural, uma lei de Deus. Ninguém é iuma ilha, ninguém pode ser uma ilha, é “proibido” ser uma ilha no mundo em que vivemos. A interdependência entre as pesoas e por consequência entre os países é uma imposição de Deus, uma lei “natural”, como dirão aqueles que não crêem. Vem da mesma China um fato recente que comprova a veracidade desta lei intemporal. De 1056 a 1061, o governo comunista chinês crou, para promover de maneira rápida o progresso econômico, o chamado “Grande Salto Adiante”, que além de não promover progresso algum, contribuiu para a morte de 20 a 30 milhões de chineses pela fome.
A s ideologias atreladas a regimes ditatoriais são dos grandes faatores “emburrecedores” da pessoa humana
Mas uma prova de quão emburrecedora pode ser a ideologia. bloqueadora do raciocínio mais elementar, do exercício mais simples da inteligência, da sabedoria, ainda mais quando atrelada a regimes ditatoriais. Para o “Grande Salto Adiante” cujo verdadeiro nome deveria ter sido “Grande Salto para Trás”, o governo comunista chinês focou na industrialização, na produção de ferro e aço, mas usando, pasmem, milhçoes de fornos domésticos, quando, no Brasil, que ainda rateava em matéria de desenvolvimento, iniciava-se por volta de 1954 , a siderurgia, com a usina de Volta Redonda. Mesmo considerando a pobreza do estado chinés na época, esta tecnologia dos fornos siderúrgicos poderia ser adquirida por eles. Quanto mais o mundo se conscientiza da lei natural da interdependência, maior é o crescimento econômico mundial. Isto é facilmente constatável pela simples observação.
A privatização, o direito ao empreendimento privado, que gera a globalização, que é o nome moderno da lei da interdependência entre os países, contribui decisivamente para a diminuição das gierras. Quando todos estão ganhando, porque brigar?
Um cientista econômico norteamericano, falanfo sobre a globalização, que é o nome moderno da interdependência entre os países, em entrevista à revista Exame, disse que ela contribui para a diminuição das guerras. Quando todos ganham e todos crescem, por que brigar?
Porém, indo mais para a origem, vemos que a privatização, que é uma exigência vital da natureza humana, o livre empreendimento privado, ou regime de livre empresas, como queiram, que gera a competição entre empresas, o livre comércio, é que é o grande promotor da paz mundial. A globaqlização é apenas a simples e natural consequência da privatização, que gera a competição entre empresas, que por sua vez potencializa o crescimento econômico a nível local, nacional e mundial. Ω
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